| BOOM FESTIVAL 2008 | |||||||||||
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O Boom Festival leva mais de 10 anos de existência confirmando-se, dentro do seu género, como um dos mais relevantes eventos a nível mundial. Na última edição, em 2006, passaram pelo festival cerca de 20.000 pessoas representativas de 64 países, onde para além da música puderam estar em contacto com um rol de actividades artísticas como a performance, pintura, multimédia, teatro, cinema, num verdadeiro evento multidisciplinar. Extrawelt, Exercise One, Paul Ritch, Billy Dalessandro, Expander e Manu fazem parte do contingente sónico que animará as quentes noites de Verão que se avizinham. |
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| EXPANDER - Actuação 6a Feira, 15 de Agosto, de manhã, pelas 6h00 | |||||||||||
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Expander notabilizou-se em Portugal, através de um percurso alheio às correntes dominantes e de constante procura de novas abordagens à música electrónica, tendo actuado habitualmente nos principais clubes do país, tais como o Lux, Industria, Via Latina, entre outros. Em 2005, entra nas fileiras da Kompakt, o que representa um largo passo na sua carreira, tornando-se um dos djs portugueses de referência. Já actuou em alguns dos mais importantes clubes europeus, incluindo o Studio 672 em Colónia, Berghain/Panorama em Berlim, Nitsa em Barcelona, Cargo em Londres, Flex em Vienna, Pulp em Paris, e em alguns dos mais reputados festivais de música electrónica internacionais, incluindo o Santander Summer Festival e o C/O Pop (em Colónia), ambos em 2005, e o Sonar (em Barcelona), edição de 2004, onde recebeu louvores da imprensa especializada, após a sua actuação no Sonar Village, a principal área do Sonar à tarde. Considerado uma das principais referências do movimento underground em Portugal, Expander é capaz de mover o público mais exigente, combinando uma técnica irrepreensível com o seu próprio estilo de djing, que é normalmente empolgante, sexy e envolvente, transmitindo a sensação de viajem pela música. Como membro fundador da Sonic, pretendeu criar uma plataforma sólida para a promoção de novos conceitos musicais em torno da música electrónica, pela apresentação regular de djs e músicos que trazem novas ideias para o actual panorama. Com a promoção de mais de 100 eventos em apenas cinco anos de existência e um festival de Verão, que vai agora para a sua sexta edição, a Sonic pode neste momento ser considerada uma das estruturas mais activas em Portugal. Em Setembro de 2005, a nova editora europeia, sediada em Lisboa – Soniculture – introduz no mercado a sua primeira edição. Está planeada para incluir artistas de todo o mundo, para além do próprio Expander, e tem como missão promover música electrónica de ponta. A Soniculture tem distribuição exclusiva pela Kompakt, e a primeira edição contou com um tema de Expander & Paul Kalkbrenner e outro dos Misc, seguindo-se artistas tão ilustres como Jake Fairley, Billy Dalessandro, Midimiliz, Thinkfreak, Anders Ilar & Fredrik Hedval, Landberg & Jacobson e Chordian. Todas as edições Soniculture foram alvo de considerável êxito, tendo sempre esgotado, em apenas algumas semanas, o que abre óptimas perspectivas para o futuro, com a Soniculture a continuar a surpreender e a dar novas ideias para o panorama musical, a nível mundial. Para além de editar na sua própria Soniculture, Expander foi convidado pela Areal Records para fazer uma remistura para “Run Johnny Run” de Synclair (Ada e Basteroid), e é também de sua autoria o remix para “Pixelize” de Frederic de Carvalho, editado pela Absolute Freak. Em breve, irão sair novas remixes para a Siteholder e Uncut de Billy Dalessandro e mais temas originais na Soniculture. |
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| EXTRAWELT - Actuação 6a Feira, 15 de Agosto, de manhã, pelas 5h00 | |||||||||||
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Arne Schaffhausen e Wayan Raabe tornaram-se célebres, nos meandros da cena trance, como Midi Miliz, projecto que desde 2000 vê os seus temas editados por casas como a Twisted Records, d.Drum, mas essencialmente pela canadiana Boshke Beats. O seu mais recente e muito aclamado álbum, “Non Standars”, teve edição pela Gravity Plus, a mesma que, juntamente com a Boske Beats, deu a conhecer o êxito “The 1st” dos X-Dream. A partir de 2005 esta dupla dá a conhecer a sua vertente progressiva e minimal, através do projecto Extrawelt, com enorme sucesso. “Soopertrack”, tema que viria a catapultar os Extrawelt para a ribalta, é editado pela Electro-Choc, onde divide o disco com o não menos conhecido tema de Nathan Fake, “The Sky Was Pink”, e pela Border Community, de James Holden. O mesmo tema faria parte de uma série de mix-cds dos quais se podem destacar os de Agoria, John Tejada ou Sven Vath. Já em 2006 foram responsáveis pelo lançamento 001 da Kompass Musik, “Fernweh/Drehfehler” e pelas edições mais bem sucedidas do respectivo ano por parte da Traum: “Doch Doch” e “Schmedding 8000”. Margot meets The Melody Maker convidaram-nos para remisturar “Torch”, original dos Soft Cell, tema incluído no mix cd “Transitions” de John Digweed e, Alexander Kowalski e John Dahlbach, contaram igualmente com os préstimos de Extrawelt com remixes de “Star Changing” e “Vitamin” respectivamente. Sem nunca descurarem as suas influências trancy, Extrawelt constroem uma sonoridade única que de tema para tema engloba uma série de sonoridades: |
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| EXERCISE ONE - Actuação 5a Feira, 14 de Agosto, de manhã, pelas 5h00 | |||||||||||
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Exercise One é o projecto da dupla Marco Freigovel e Ingo Gansera que rapidamente entrou em plano de destaque no que toca à revitalização do movimento techno berlinense. Seguiram-se mais duas edições nesta editora e o seu primeiro trabalho junto da Num Records de Lee Van Dowski e Quannum. |
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| BILLY DALESSANDRO - Actuação 5a Feira, 14 de Agosto, de manhã pelas 3h00 | |||||||||||
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Billy Dalessandro é um dos maiores responsáveis pela renovação do techno de Chicago. Movendo-se entre o techno e house minimal, confere às suas produções uma sonoridade futurista, assente em fortes linhas de baixo e com um apelo irresistível à dança. Os seus primeiros temas foram editados pela Force Inc., sendo depois a Resopal responsável por dar a conhecer o trabalho de Billy na Europa, através do álbum “Midievalization” e do ep “Citilife”. Ao mesmo tempo, temas seus passaram a fazer parte de várias compilações ou mix-cds. Expander incluiu “Dark Matter” em “Two Years of Sonic Culture” e John Digweed “In the Dark” no “Fabric 20”, entre outros. Billy Dalessandro foi um dos artistas convidados a figurar no Soniculture 002 com o tema “FlashBack Attack”, que elevando o termo “acid music” a um novo nível, criou, possivelmente, um dos grandes hits do inicio de 2006. “6 A.M. Overload” foi o novo tema, partilhado com Expander no Soniculture 003, e que rapidamente atingiu os tops de venda internacionais das lojas da especialidade. Já este ano, funda a SiteHolder e Uncut (para música digital) com o objectivo de dar a conhecer o melhor da música de dança made in Chicago e edita "Backjack" no Soniculture006, um dos seus mais aplaudidos temas de 2007. Em Setembro de 2007, chega o seu muito aguardado terceiro álbum, a sair desta vez pela Harthouse. "Into the Atom" é a sua nova obra, que promete abanar as pistas de dança mais exigentes. |
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| PAUL RITCH - Actuação 4a Feira, 13 de Agosto, de manhã, pelas 5h00 | |||||||||||
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Adepto confesso de Marco Carola, Adam Bayer, Villalobos ou Mathew Dear, vê como seu maior fã Richie Hawtin, em cujos sets Paul Ritch é presença indispensável, mas os seus discos também percorrem mundo nas malas de Anja Schneider, M.A.N.D.Y., Dan Ghenacia, Dj T entre outras individualidades. City Hall e Terrasa (Barcelona), Rex (Paris), Fuse (Bruxelas), Goa (Roma) são alguns dos prestigiados clubes por onde tem passeado a sua genialidade, mais uma vez à prova depois das suas excelentes prestações no Sonic Fresh’07@Porto e nos eventos de aniversário Six Years of Sonic Culture. Por muitos considerado a revelação de 2007, Paul Ritch oferece uma actuação que vai para além do esperado, rompendo fronteiras e contribuindo para a evolução de um género em constante mutação. Não tardou muito até que a editora de M.A.N.D.Y, Dj T e Booka Shade, se desse conta do potencial artístico do jovem francês, e se visse em 2007, a Get Physical colocar no seu catálogo “Fortuna” e “June”, catapultando o nome de Paul Ritch para outros patamares. Remisturou “Manifestation” (Martin Eyerer & Anthony Collins present Starsniff), “Fragile Elements” (Tom Clark) e “2 fat 4 u” (Lopazz) para além de ter editado “Le Bal Masque pela Kickboxer”, através do seu alter-ego Handycraft. M.A.N.D.Y., John Digweed, Layo & Bushwacka e Angy Dee inseriram temas de Ritch nas suas compilações. Adepto confesso de Marco Carola, Adam Bayer, Villalobos ou Mathew Dear, vê como seu maior fã Richie Hawtin, em cujos sets Paul Ritch é presença indispensável, mas os seus discos também percorrem mundo nas malas de Anja Schneider, M.A.N.D.Y., Dan Ghenacia, Dj T entre outras individualidades. City Hall e Terrasa (Barcelona), Rex (Paris), Fuse (Bruxelas), Goa (Roma) são alguns dos prestigiados clubes por onde tem passeado a sua genialidade, mais uma vez à prova depois das suas excelentes prestações no Sonic Fresh’07@Porto e nos eventos de aniversário Six Years of Sonic Culture. Por muitos considerado a revelação de 2007, Paul Ritch oferece uma actuação que vai para além do esperado, rompendo fronteiras e contribuindo para a evolução de um género em constante mutação. |
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| MANU - Actuação Domingi, 16 de Agosto, pelas 22h00 | |||||||||||
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Manu juntou-se à Sonic trazendo consigo uma vasta experiência na arte do ambiente e chillout e já teve oportunidade de trabalhar com artistas e colectivos importantes nesta área, como é o caso da Dreamlab, com quem colaborou entre 2000 e 2001, quer em termos de produção quer em termos artísticos. Após se juntar à Sonic redefiniu a sua sonoridade, vocacionando-a mais para pistas de dança, mas tendo sempre presente as suas influências que passam pelo techno minimal, electro e dub. É usual encontrar Manu nas noites underground Lisboeta, em espaços pautados fundamentalmente por boa música. |
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@Sonic
2008 |
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