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ANTI-POP MUSIC FESTIVAL 2008
Anti Pop

O Anti-Pop Music Festival regressa este ano reforçado por 2 anos de natural e merecido crescimento. O sucesso até agora atingido coloca-o como o mais importante evento de música electrónica a nível nacional juntando milhares de pessoas sem descurar a qualidade da sua programação.

Durante 3 dias, Viana do Castelo receberá cerca de 30 actuações de djs e produtores, nacionais e internacionais, que se têm vindo a destacar no campo da música de dança. A Sonic mais uma vez marcará presença com vários artistas: Gabriel Ananda e Expander (quinta, 31 de Julho), Modeselektor & Pfadfinderei e Sleeparchive (sexta, 1 de Agosto) Billy Dalessandro e Supermayer (sábado, 2 de Agosto).

De seguida, uma descrição sobre os artistas promovidos pela Soniculture.

EXPANDER - Actuação 5a Feira, 31 de Julho às 1h30

Expander

Expander notabilizou-se em Portugal, através de um percurso alheio às correntes dominantes e de constante procura de novas abordagens à música electrónica, tendo actuado habitualmente nos principais clubes do país, tais como o Lux, Industria, Via Latina, entre outros. Em 2005, entra nas fileiras da Kompakt, o que representa um largo passo na sua carreira, tornando-se um dos djs portugueses de referência. Já actuou em alguns dos mais importantes clubes europeus, incluindo o Studio 672 em Colónia, Berghain/Panorama em Berlim, Nitsa em Barcelona, Cargo em Londres, Flex em Vienna, Pulp em Paris, e em alguns dos mais reputados festivais de música electrónica internacionais, incluindo o Santander Summer Festival e o C/O Pop (em Colónia), ambos em 2005, e o Sonar (em Barcelona), edição de 2004, onde recebeu louvores da imprensa especializada, após a sua actuação no Sonar Village, a principal área do Sonar à tarde.

Considerado uma das principais referências do movimento underground em Portugal, Expander é capaz de mover o público mais exigente, combinando uma técnica irrepreensível com o seu próprio estilo de djing, que é normalmente empolgante, sexy e envolvente, transmitindo a sensação de viajem pela música.

Como membro fundador da Sonic, pretendeu criar uma plataforma sólida para a promoção de novos conceitos musicais em torno da música electrónica, pela apresentação regular de djs e músicos que trazem novas ideias para o actual panorama. Com a promoção de mais de 100 eventos em apenas cinco anos de existência e um festival de Verão, que vai agora para a sua sexta edição, a Sonic pode neste momento ser considerada uma das estruturas mais activas em Portugal.

Em Setembro de 2005, a nova editora europeia, sediada em Lisboa – Soniculture – introduz no mercado a sua primeira edição. Está planeada para incluir artistas de todo o mundo, para além do próprio Expander, e tem como missão promover música electrónica de ponta. A Soniculture tem distribuição exclusiva pela Kompakt, e a primeira edição contou com um tema de Expander & Paul Kalkbrenner e outro dos Misc, seguindo-se artistas tão ilustres como Jake Fairley, Billy Dalessandro, Midimiliz, Thinkfreak, Anders Ilar & Fredrik Hedval, Landberg & Jacobson e Chordian.

Todas as edições Soniculture foram alvo de considerável êxito, tendo sempre esgotado, em apenas algumas semanas, o que abre óptimas perspectivas para o futuro, com a Soniculture a continuar a surpreender e a dar novas ideias para o panorama musical, a nível mundial.

Para além de editar na sua própria Soniculture, Expander foi convidado pela Areal Records para fazer uma remistura para “Run Johnny Run” de Synclair (Ada e Basteroid), e é também de sua autoria o remix para “Pixelize” de Frederic de Carvalho, editado pela Absolute Freak. Em breve, irão sair novas remixes para a Siteholder e Uncut de Billy Dalessandro e mais temas originais na Soniculture.


GABRIEL ANANDA - Actuação 5a Feira, 31 de Julho às 3h00
Gabriel Ananda

Se perguntarmos a qualquer dj de música de dança qual foi o grande hit underground do verão passado iremos ouvir continuamente “Doppelwhipper”, tema que combina house techno minimal e tribal sem nunca cair na banalidade, tropeçar nos géneros, ou deixar a pista respirar.

 “Doppelwhipper”, faixa inserida no Ep “Miracel Whop” (Platzhirsch Schallplatten),  foi gravada durante um ensaio e sem qualquer plano inicial, juntando fragmentos de temas inacabados onde todos os arranjos foram sendo feitos em tempo real, tal com havia sucedido com “Sussholz” ou “Glucksmelody”. Uma faixa feita de casualidades e acidentes como a classifica Ananda.

Gabriel Ananda cresceu numa quinta na região de Westphalia (Alemanha), onde desde cedo aprendeu a tocar harpa e o violoncelo, mais por pressão de um pai médico e do ambiente que o rodeava do que por opção própria.

Na verdade o seu sonho era vencer a volta a França e durante a adolescência chegou a treinar 6 horas por dia, durante quase 2 anos, com vista à concretização do mesmo.
O facto de viver numa região chuvosa levou-o a abandonar esse projecto e dedicar-se a aprender guitarra sonhando um dia tornar-se um Bon Jovi ou um Kurt Cobain, apesar de também se dedicar a audições contínuas de Steve Reich.

Eis que então, em 95, o jovem Ananda, fascinado pelas raves inglesas que via na televisão, parte para Berlim com vista a conhecer a Love Parade. Este facto viria a mudar o resto da sua vida.

Ao longo de 12 horas Ananda viu Sven Vath tocar perante dezenas de milhares de pessoas em euforia, deixando-se ele próprio contagiar, e decidindo naquele momento qual seria o seu futuro: produtor de música de dança.

Partiu para Colónia onde estudou engenharia de som enquanto, com a sua primeira máquina, uma Novation Bass Station (que ainda hoje utiliza), dava os primeiros passos na produção musical. Como raramente era convidado a actuar, quer como produtor, quer como dj, Ananda tornou-se funcionário do Artheater, em Colónia, onde era bengaleiro e limpava casas de banho.

Graças à sua preserverança, editou mais de uma dezena de Ep’s entre 2000 e 2004, em casas com a Utils, Shot, Trapez, Tonsport ou Platzhirsch, até que, com a sua primeira edição pela Treibstoff, “Sussholz”, consegue finalmente o reconhecimento generalizado, com este disco a figurar como nº 1 nos dj charts da “Groove Magazine” e a ser tocado por todos os djs no respectivo ano.

Funda ainda a Karmarouge, sua própria editora, sediada em Colónia e casa de nomes como Cio D'Dor, Graziano Avitabile, Sian, Vegetable Orchestra ou ou próprio Ananda onde, pouco tempo depois, edita o seu primeiro álbum "Tai Nasha No Karosha".

O seu sucesso não fez com que abrandasse o ritmo de produção, produzindo desde então mais 18 Ep´s e dois álbuns, juntando a Ladomat 2000 ou a Traum na lista de editoras com que trabalha. Metope, Falko Brocksieper, Frank Martiniq ou Robert Babicz, remisturaram os seus temas, mas foi sem duvida com “Miracel Whoop” editado em 2006 que Gabriel Ananda se viria a tornar um dos mais importantes e destacados produtores da actual cena techno, com actuações em todo o mundo.

É apreciador de Richie Hawtin como dj e sente-se próximo de Mathew Jonson como produtor. Tenta dotar a sua música de um espírito dubby que dê personalidade ao trabalho, tendo em comum com Jonson a utilização da mesa de mistura como parte central do seu concerto.
ON FLIP feat. YELLOW (dj + mc) + MANU (dj)

SLEEPARCHIVE - Actuação 6a Feira, 1 de Agosto à 1h45
Sleeparchive

Durante algum tempo a identidade de Sleeparchive permaneceu um mistério e muitas das suspeitas dirigiam-se para duas das mais destacadas personagens da música electrónica deste século: Richie “Plastikman” Hawtin e Mika “Pan Sonic” Vanio.

Afinal tratava-se de Stephan Metzger, alemão de 29 anos, criador do projecto Skanfrom, enterrado em 2002, e desde então Sleeparchive, projecto e editora sedeada em Frankfurt e distribuída pela Hard Wax.

Mas as suspeitas tinham algum fundamento, dado que a sonoridade sofisticada criada por Sleeparchive, repleta de baixos pesados sob um groove áspero e abstracções electrónicas obscuras e hipnóticas, faziam crer que se podia tratar de uma colaboração entre estes 2 génios da música electrónica.

O mito morreu mas só veio fortalecer o carisma gerado à volta do trabalho de um artista que fez regressar o techno minimal às suas origens dando primazia à cena de Birmingham em detrimento de Colónia ou Berlim.

Com início em 2003, Sleeparchive via os seus 2 primeiros trabalhos editados no ano seguinte, “Elephant Island Ep” e “Recycle Ep”, conquistando de imediato a curiosidade dos mais afectos ao minimal, quer pela sonoridade como pela simplicidade do design gráfico dos seus discos, envoltos em capas de cartão ásperas e em que os nomes e títulos aparecem como carimbados.

Mas é com “Research Ep” (Sleeparchive 003) editado em 2005, que dá o salto que lhe faltava, quando este mesmo registo foi considerado “disco do mês de Março” pela prestigiada Groove Magazine.

Por esta ou outra qualquer razão, Stephan Metzger assina um disco que na realidade fora produzido por um amigo que prefere ficar na penumbra, “Infrared Glow Ep”, e assim se cria um novo mistério…

“Radio Transmission Ep”, editado em Fevereiro de 2006, marca a sua estreia em formato longa duração e novamente, num registo techno/minimal/ácido, conquista público e critica, tornando-se um dos mais celebrados álbuns de inicio de ano.

Após um ano de ausência, regressa em 2007 com o muito aguardado “Papercup”, oferecendo duas vertentes da sua sonoridade, com um tema forte para a pista de dança e um outro mais experimental.
 
Esperada estava igualmente uma edição em cd que surgiria nesse mesmo ano, dividida com o finlandês Antti Rannisto, de que se destaca “Pulkovo” tema introspectivo com 13 minutos de duração.

Já este ano Sleeparchive oferece-nos “Hadron”, ep composto por 4 temas originais e 6 loops denominados “Sleep Cycles”.

A reconhecida qualidade e consistência do seu trabalho fez com que fosse convidado a remisturar nomes como Monolake, Modeselektor, Regis, Metope ou Rhythm&Sound, e os seus temas inseridos em compilações de Sascha Funke, Tiefschwarz, Richie Hawtin, Miss Kittin ou The Hacker, o que demonstra bem o reconhecimento artístico dado uma personagem de quem ainda muito se espera.


MODESELEKTOR - Actuação 6a Feira, 1 de Agosto às 4h30
Modeselektor

Os Modeselektor representam a facção urbana e britânica da editora berlinense BPitch Control e um dos seus projectos mais interessantes.

Gernot Bronsert e Sebastien Szary conhecem-se em meados de 90 e as suas afinidades musicais levam à criação dos Modeselektor que, após 3 anos de trabalho, iniciam as suas prestações ao vivo na cidade de Berlim.

Não tardou muito para que Ellen Allien, desse conta da veia artística desta dupla e os convidasse a fazer parte de família Bpitch, editando os seus 2 primeiros trabalhos, “In Loving Memory” e “Death Medley”.

Nesse mesmo ano de 2002, os Modeselektor actuavam num showcase da Bpitch Control no festival Sonar, em Barcelona, conquistando audiências e ganhando a projecção necessária para um 2003 repleto de actuações por toda a Europa.

Entre 2003 e 2004 editam mais 2 Ep’s, actuam no festival Transmediale, em Berlim, e fazem parte das escolhas de Miss Kittin para a remistura do tema “Professional Distortion”, rodado em pistas de dança por todo o mundo.
2005/06 marca o ano da consagração dos Modeselektor com a edição do primeiro álbum “Hello Mom”. Este novo trabalho, elogiado por toda a critica, abriu ainda mais o campo estilístico dos Modeselektor, fundindo géneros como o grime, uk garage, dubstep ou electro-idm, desprendidos de qualquer preconceito.

Considerados como a grande surpresa da edição de 2006 do festival Sonar, a dupla passou mais de um ano em tournée mundial chegando em 2007 a Portugal onde deu inicio à apresentação do seu novo trabalho “Happy Birthday” com uma actuação explosiva no Sonic Fresh’07 em Lisboa.

“Happy Birthday” foi considerado um dos mais importantes registos do ano, tendo os Modeselektor contado com colaborações de nomes como TTC, Apparat, Paul St. Hilaire, Puppetmastaz, Tom York ou Máximo Park.


BILLY DALESSANDRO - Actuação Sábado, 2 de Agosto às 0h30
Billy Dalessandro

Billy Dalessandro é um dos maiores responsáveis pela renovação do techno de Chicago. Movendo-se entre o techno e house minimal, confere às suas produções uma sonoridade futurista, assente em fortes linhas de baixo e com um apelo irresistível à dança. Os seus primeiros temas foram editados pela Force Inc., sendo depois a Resopal responsável por dar a conhecer o trabalho de Billy na Europa, através do álbum “Midievalization” e do epCitilife”. Ao mesmo tempo, temas seus passaram a fazer parte de várias compilações ou mix-cds. Expander incluiu “Dark Matter” em “Two Years of Sonic Culture” e John Digweed “In the Dark” no “Fabric 20”, entre outros.

Billy Dalessandro foi um dos artistas convidados a figurar no Soniculture 002 com o tema “FlashBack Attack”, que elevando o termo “acid music” a um novo nível, criou, possivelmente, um dos grandes hits do inicio de 2006. “6 A.M. Overload” foi o novo tema, partilhado com Expander no Soniculture  003, e que rapidamente atingiu os tops de venda internacionais das lojas da especialidade. Já este ano, funda a SiteHolder e Uncut (para música digital) com o objectivo de dar a conhecer o melhor da música de dança made in Chicago e edita "Backjack" no Soniculture006, um dos seus mais aplaudidos temas de 2007.

Em Setembro de 2007, chega o seu muito aguardado terceiro álbum, a sair desta vez pela Harthouse. "Into the Atom" é a sua nova obra, que promete abanar as pistas de dança mais exigentes.

SUPERMAYER - Actuação Sábado, 2 de Agosto às 7h00
Supermayer

MICHAEL MAYER é o mais importante porta-voz das ondas electrónicas provenientes de Colónia. Fundador da prestigiada Kompakt, tem-se empenhado na divulgação de um novo estilo musical que atingiu hoje uma dimensão de respeito.

É unanimemente considerado um dj de referência, tendo já passado por alguns dos mais importantes festivais do género, como o Sónar (Barcelona) ou Popkomm (Berlim), para além de ser presença assídua em clubes como o Nitsa, em Barcelona, ou Fabric em Londres.

A residência neste clube londrino deu origem ao mix-cd “Fabric 13”, um dos mais importantes registos deste formato em 2003, que acabou por catapultar Mayer para a ribalta. Juntava-se então ao núcleo restrito de artistas que até então tinham conduzido esta prestigiada compilação como James Lavelle, Tony Humphries, Radioactive Man (aka Herbert) ou Swayzak. Seguiram-se depois outros tantos como M.A.N.D.Y., Steve Bug, Ricardo Villalobos…

No final de 2006, 4 anos após “Immer”, edita “Immer 2”, onde volta a mostrar toda a sua qualidade e bom gosto enquanto dj, para em 2007, juntamente com Jorg Burger, ser responsável pela mistura de temas do “Speicher cd 3”.

Como produtor edita desde 97, maioritariamente pela Kompakt embora encontremos registos seus em casas como a Kreisel 99 ou Art of Perception. “Love is Stronger Than Pride” e “Speaker” tornaram-se verdadeiros hinos underground nos primeiros anos de 2000, conduzindo-nos através dos percursos virgens do techno e projectando o “som Kompakt” além fronteiras.

Após 3 ep’s da série Speicher, da Kompakt Extra, partilhados com The Orb, Reinhard Voight ou Joachim Spieth, surge o seu 1º e único álbum, “Touch” de 2004, onde o techno ou acid house convivem com envolventes melodias revelando nos a música que fez parte do seu passado com o espírito com que constrói o presente.

Os seus mais recentes trabalhos têm sido em parceria com Reinhard Voight, na série Speicher, ao mesmo tempo que continua a ser requisitado para remisturar nomes de peso como Depeche Mode, Superpitcher, Ada ou Paul Kalkbrenner. Ao lado de Superpitcher partilha o projecto Supermayer celebrizado pela remistura do tema “Like You” de Gui Boratto.

Ilustre representante do techno de Colónia e um dos mais destacados membros da família Kompakt, SUPERPITCHER divide-se entre as tarefas de produtor, dj e remixer.

Com o ep “Heroin” (Kompakt 035), de 2001, ficaria para a história, não só da Kompakt como da música de dança, ao criar três temas de techno pop envolvente, com uma identidade própria, que haveria de marcar os seus futuros trabalhos.
Fala-se particularmente de “Yesterday” e “Baby’s on Fire”, que se tornaram uma referência do que se viria a designar por schaffel techno.

Here Comes Love”, seu primeiro longa duração, editado em 2004 pela Kompakt, é um álbum de canções pop, envoltas em toada house, criadas num processo fechado que envolveu 12 meses de trabalho, e que resultou, não apenas num conjunto de novos temas, mas de um verdadeiro álbum, com uma linha e conceito desenvolvido do principio ao fim do mesmo.

O resultado final e a reacção da crítica especializada vieram confirmar a qualidade de Superpitcher como exímio produtor, sendo o responsável pela criação de mais uma expressão para catalogar esta nova sonoridade: Clubpop.

Pelo meio, Superpitcher foi responsável por remisturar temas de Dj Hell, The MFA, Dntel, Quarks, Ghost Cauldron, Carsten Jost, Phong Sui, Tocotronic, entre outros.

Como dj, actuou por muitos anos ao lado Michael Mayer e Tobias Thomas nas noites Total Confusion no mítico Studio 672, em Colónia, onde serviam deliciosas e divertidas doses de chicago house, techno-minimal ou techno-pop, tendo-se tornado um dj de grande destaque no panorama internacional.

Em Maio de 2005, Superpitcher, juntou-se ao ilustre clube dos seus predecessores, como Tobias Thomas, Triple R, Dj Koze e Michael Mayer, com a apresentação do mix-cd, “Today”. O título, surge de uma relação directa entre as palavras “Yesterday” e “Tomorow” (dois dos maiores hits do produtor do alemão), mas procura igualmente reflectir a essência do próprio mix-cd: apresentar uma selecção de temas que representem o que de mais inovador era produzido nesse preciso momento. 

Já em 2006 vê um tema seu inserido no Speicher 35 (Kompakt Extra) 3 anos depois da sua última aparição nesta série especial da Kompakt, dividindo o Ep com Stardiver (Bolz Bolz, Jorg Burger e Wolfgang Voight). No mesmo ano partilha o Speicher 44 com Broke (Markus Rossknecht e Matias Aguayo) e no ano seguinte reencontra-se com Stardiver.

Ao longo dos últimos 3 anos, como Supermayer, remisturaram temas de artistas como Losoul, Geiger, Gabriel Ananda, Gui Boratto ou Hot Chip, mas só em finais de 2007 arriscam a produção de um álbum “Save the World”. Construído mais a pensar numa banda sonora espacial do que nas pistas de dança, “Save the World” afirma-se como um registo impregnado de bom humor, com guitarras funk, badalos, vocalizações pop e batidas deep techno. “The art of letting go” e “ Two of us” são os primeiros singles.


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